[ADOBE] Adobe age rápido

Adobe contrata Shai Avidan,
pesquisador que criou o soft de manipulação e
interpolação fantástico.


Pois é, mal eu fiz o post anterior descobri que a Adobe foi rápida no gatilho, no próprio evento em que a técnica foi lançada, o SigGraph, a empresa contratou o cidadão, esse aí do lado, o israelense Shai Avidan, e garantiu que essa será a grande novidade da próxima versão do Photoshop.
O pesquisador está trabalhando agora para a Adobe foi abordado pelo cientista e diretor da Adobe David Salesin que disse:

- Eu quero isso no Photoshop imediatamente.

Contratou o cara no próprio evento e ele nem sequer voltou para o antigo escritório. É agora um pesquisador da Adobe. Com dinheiro se faz qualquer coisa.

[SOFTWARE] Técnica revolucionária de redimensionamento

Nova técnica de redimensionamento
pode revolucionar manipulação de imagens.


Parece que não é só na Adobe que existe vida inteligente. Foi apresentado na conferência SigGraph desse ano, que aconteceu em San Diego na Califórnia/EUA no começo de agosto, uma nova técnica de redimensionamento e manipulação de imagens que é a coisa mais fantástica que vi nos últimos tempos. Ela faz matematicamente o que era feito manualmente no Photoshop, permitindo que uma imagem seja distorcida de forma seletiva, afetando apenas algumas partes ou elementos. Como o vídeo mostrar o soft cria diversas linhas de rompimento e distorção seguindo padrões de cores. Também é possível, usando a mesma estratégia, retirar elementos da imagem que não sigam um padrão de cores indicado como fundo.
O soft provocou um deus-nos-acuda e já estão falando em "ética jornalística" e outras ficções, pois o uso indiscriminado do soft poderia transformar a arte de manipular imagens um lugar comum, acessível a qualquer idiota com um computador e não apenas aos idiotas dos grandes veículos (Rarará!).
Depois de ler essa introdução assista o filme e tire suas conclusões. Imaginem o que acontecerá com o Photoshop caso a Microsoft compre os direito de usar essa técnica. Fica automaticamente superado.
Cruz credo!!!

Fonte: O Velho (Visite o velhinho, lé tem sempre uma boa novidade)


[Técnica] Controle o seu elefante

Como as imagens podem transformar o seu arquivo num pesado e desajeitado elefante.

Você já se sentiu como um motorista de elefante, sentado nessa cadeirinha ai do lado? Eu também.
Como controlar o tamanho dos arquivos que possuem imagens do Illustrator, Indesign ou Quark? Esse é um desafio que todo produtor, arte-finalista ou design enfrenta. Muitas vezes o arquivo comporta-se misteriosamente. Eu resolvi dar um ajuda a elevar esse mistério à categoria de problema.
Quando o usuário importa uma imagem para o soft de ilustração ou de composição de página este cria um espécie de espelho da imagem original dentro do arquivo para servir de preview. Então o espelho depende do tamanho que a imagem é importada. Aquivos pequenos em centímetros geram espelhos menores, mesmo que a resolução seja elevada. A eficiência na criação desse “espelho” é que dita o tamanho final do arquivo. Para ilustrar crie um teste da seguinte forma: Peguei uma imagem RGB com 2.816 x 2112 pixeis e salvei no formado TIF sem compressão em duas resoluções; 72dpi - 99x74,5cm (normalmente a resolução de câmaras digitais) e 300dpi - 23,8x17,8cm (normalmente a resolução de imagens digitalizadas com scanners e padrão para DTP). O arquivo ficou em ambas as resoluções (claro!!!) com 17MB.
Em seguida criei arquivos com ambas as imagens no Illustrator CS3, Indesign CS3, QuarkXpress 7.2 e FreeHand 11.2 (isso mesmo, ele continua aqui na minha máquina). Vamos aos resultados:
  • Illustrator CS3
    300dpi – 12.726 KB
    72dpi – 12.726 KB
  • Indesign CS3
    300dpi – 88 KB
    72dpi – 1.426 KB
  • QuarkXPress CS3
    300dpi – 1.003 KB
    72dpi – 3.680 KB
  • FreeHand 12.2
    300dpi – 138 KB
    72dpi – 138 KB
Como vocês podem ver os resultados são surpreendentes. O illustrator mostrou-se o mais ineficiente incorporando a imagem totalmente ao arquivo, quase sem nenhuma compresão. O mais interessante é que quando mandei o programa incorporar o arquivo linkado ele aumentou o tamanho para 27.466 KB, ou seja, quase o dobro do tamanho da imagem original. Para o Illustrator não importa como você importar o arquivo, ele fará o pior trabalho possível criando arquivos grandalhões e não aliviará mesmo que você incorpore o arquivo linkado.
O Indesign mostrou-se o mais eficiente, criando arquivos adaptados ao tamanho que foi importado e aplicando uma boa compressão às imagens. O mesmo aconteceu com o QuarkXpress com menor eficiência.
Um caso a parte é o FreeHand que deu um banho no Illustrator, gerando arquivos pequenos e eficientes. É possível até fazer uma sintonia fina nesse recurso.
Qual é então a conclusão prática desse pequeno estudo? É o seguinte: Se você é usuário do Indesign ou do QuarkXpress e utiliza arquivos provenientes de câmaras digitais deve antes de importar-las fazer uma visita ao Photoshop e converter a resolução para 300dpi. Isso terá um grande impacto, criando arquivos muito menores o que implica em eficiência e o menor risco de danos. Caso você, como eu, seja usuário do Illustrator meus pêsames, seu caso é sem solução. O indicado é planejar melhor seus trabalhos e usar o Indesign quando a peça possuir muitas imagens.

Espero que meu estudo de 20 minutos tenha ajudado você a ser mais eficiente.

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PS. O Adenoir fez um comentário muito interessante dizendo que na sua tentativa o arquivo do FreeHand terminou com tamanho idêntico ao Illustrator. O problema nesse caso foi que a opção de incorporar a imagem ao arquivo ativada. Quando a imagem é mantida apenas ligada por intermédio de um link o arquivo fica minúsculo.
Outra opção possível seria o uso de um arquivo comprimido JPG que não é manipulado pelo Freehand, logo ele é incorporado por default. Não lembro se o Freehand faz isso com as imagens JPG, versões antigas faziam.

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[VARIEDADE] Motor Fiat, soft Microsoft!


Fiat lança carro integrado com soft Microsoft.

É o novo Punto da Fiat vai ter um sistema integrado de apoio a celulares, smartfones e tocadores de MP3 chamado Blue&Me desenvolvido pela Microsoft. É assim, você conecta o seu brebote (uma forma nordestina de chamar "gadget", Rarará!) numa porta USB e o carro dá apoio completo, gravando as preferência e permitindo uma série de recursos.
O problema é que o carro é Fiat e a tecnologia é Microsoft. Ou seja, quando der um erro de aplicativo você vai ter desligar o carro, sair, fechar as portar e refazer todo o processo para reiniciar o carro inteiro só porque uma música MP3 estava danificada e o tocador travou.

Rarará!

Confiar num carro Fiat é aceitável, mas confiar num Fiat rodando Windows é muito.

Rarará!
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Fonte: O Globo

[ADOBE] Vai começar a guerra com a Microsoft

A revista Wired divulga notícia dizendo que a Adobe pretende lançar um pacote de softwares para escritório.

Existem fofocas divulgadas pela Wired e não desmentidas pela Adobe que a empresa estaria para lançar um pacote de softwares de escritório concorrente ao Office da Microsoft. O nincho escolhido pela Adobe é o mundo Mac.
Não é coisa fácil, acreditem. É um passo muito corajoso da Adobe. As outras tentativas fracassaram redondamente.
Voltaremos a esse assunto quando houver um pouco mais de informações.

[HARDWARE] iPhone mostra seus problemas


Os primeiros problemas do iPhone começam a surgir e a Apple tenta esconder.

Quem comprou iPhone nos EUA já começa a ter um contato imediato com um problema, a tela sensível ao toque. O primeiro problema já relatado em muitos foruns é alguns aparelhos apresentando áreas mortas principalmente no centro da tela e outro são as dificuldades de alguns usuários com dedos grandes em usar o aparelho, um deles, mais idiota, chegou a fazer uma plástica no dedo indicador da mão direita para criar uma espécie de ponta.
Sem querer ser chato (e já sendo!!!) em havia previsto aqui tudo isso. Sou proprietário de Palm a uma verdadeira eternidade e nunca consegui usar a ponta do dedo como apontador. Conheço muita gente que usa.
Em minha humilde opinião isso pode minar lentamente o prestígio dos iPhones.

[HARDWARE] Finalmente a Apple cai na real


Finalmente veremos um Apple com processador AMD.

Sempre foi uma charada sem solução pra mim: Qual motivo levaria a Apple a usar o processador Intel Core 2 Duo (e similares) em suas máquinas e não os processadores Athlon 64 X2 e X4 da AMD?
Quem trabalha com o AMD reconhece sua superioridade em aplicativos gráficos, jogos, CAD, 3D (Maya, 3DS) e edição de vídeo.
Tem mais, recentemente a AMD comprou a ATI que é o fabricante das placas de vídeo Radeon, eu uso uma delas, e começou a fazer um casamento entre os recursos de vídeo e os do processador. O relacionamento entre a ATI e a Apple é antigo.
O recurso 64 do processador Athlon é superior ao da Intel e a forma como acessa a memória faz com que cada núcleo dos processadores com 2 ou 4 núcleos, isole melhor os processos melhorando a performance em aplicativos gráficos, justamente onde a Apple deseja.
Minha charada foi solucionada ontem pela Apple. A próxima linha de Imac, aquela de alumínio escovada, linda, vai vir com o processador Athlon 64 X2, placa de vídeo Radeon integrada e memória específica para rodar turbinado.
Com essa novidade o Imac passa a ser um excelente computador, muito superior aos vendidos nessa primeira leva, e acaba com aquela conversa que o Imac é uma máquina vagabunda para uso domético. É a maioriade do Imac.
Disse a Apple que num futuro próximo o Athlon 64 X4 será o padrão da sua linha desktop.