[MICROSOFT] Acer decepcionada com Windows Vista

A Acer, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo, diz que Windows Vista decepcionou as expectativas e vendas e trouxe problemas para o mercado.

Gianfraco Lanci, CEO da Acer, disse essa semana que muitos usuários finais estão voltando a pedir o Windows XP SP2 no lugar do Vista, que as empresas voltaram a exigir o XP e as instituições públicas que compram por licitações não mais habilitam o Vista.
Segundo ele "Os usuários estão escolhendo com os pés no chão, de forma que o lançamento do Vista teve o impacto menor em vendas de PC de qualquer versão de Windows na história".
Como muitos fabricantes a Acer também está oferecendo produtos com o OS Ubuntu que segundo ele "é muito bem aceito nos clientes corporativos, mas alguns compram para não pagar pelo Vista e colocar o XP por conta própria. Assim a esses clientes oferecemos suporte para XP".
Está configurado o fracasso do Vista. É realmente uma versão no estilo Windows Millenium.
Entretanto, rei morto, rei posto. A Microsoft já tem o nome da nova versão do Windows, será 7, seven, ou seja, voltaremos a nomeclatura pelo número da versão que havia sido deixada de lado com o Windows XP (Windows 5), depois com o Windows Vista (Windows 6) e daqui a três anos o Windows 7. Dizem que será uma nova plataforma, totalmente nova.
Vamos ver.

[ADOBE] Linux só na brincadeira

Uma brincadeira da Adobe mostrar quais são as chances dela lançar versões Linux dos seus produtos.

Faça o seguinte: Abra seu Indesign CS3 crie um box de texto, digite a palavra "linux" e depois peça para ele fazer a correção ortográfica (CRTL + I). Primeiro fique sabendo que o termo "Linux" não existe no dicionário da Adobe (Rarará!), depois saiba que a primeira sugestão é justamente "Windows", ou seja, o programa sugere mudar Linux por Windows. (Rarará!!!!)
Tá duvidando? Faça pra ver.

[Quark] Eu lavo e você enxuga!

QuarkXpress 7 oferece recursos de trabalho em equipe que podem melhorar a produtividade.

Você lava e eu enxugo. Essa é a melhor máxima que conheço do trabalho em equipe, mas esse tipo produtivo de prática era uma coisa proibida para quem usava os softs de produção de página. Tanto o Indesign quanto o Quark e o PageMaker sofrem desse mal, o fluxo de trabalho centralizado naquele que faz a diagramação.
Normalmente o diagramador é uma pessoa atormentada pela equipe inteira. Caso a publicação tenha publicidades o aperreio é duplicado. Para grandes peças editoriais existem soluções interessantes como o Incopy da Adobe, que trabalha paralelo ao Indesig e pode gerenciar magnificamente centenas de pessoas nas mais diversas tarefas como jornalistas, revisores e ilustradores. Mas o Incopy é grande, caro, difícil de implementar e aprender, sendo mais indicado para empresas maiores.
As estruturas menores, como uma pequena revista ou uma agência, estavam sem nenhuma solução. Foi justamente para esse tipo de demanda que a Quark lançou na versão 7 do QuakXpress o recurso “Áreas de Composição”. É uma forma simples e eficiente de descentralizar o trabalho de diagramação. Uma revista pode ser dividida em diversas “áreas” como as propagandas, as ilustrações e a parte editorial, com o jornalista editando seu texto diretamente no Quark. Para o diagramador restou a tarefa de conceber as áreas, coordenar e fechar os arquivos. Isso sim é um trabalho de equipe.
A coisa pode funcionar assim: Cada área de composição, uma parte do leiaute ou um simples elemento como uma coluna de texto ou um box de imagem, pode ser separada como um arquivo independente que fica linkada a versão principal. A cada 30 segundo a versão principal verifica se houve alguma modificação nos arquivos das áreas e atualiza as informações. Somente o diagramador principal pode editar o trabalho de todas as áreas. Cada membro da equipe trabalha com seu pedaço como se fosse uma composição independente. Assim é possível proteger os elementos principais das páginas, que fazem parte do projeto gráfico ou da diagramação, e dividir o trabalho com a equipe sem medo de um mexer no trabalho do outro.
A Quark oferece em seu site uma apresentação bem simples do recurso (e de outros). Você deve conferir. É necessário fazer um cadastro simples.

AQUI! - Centro de treinamento da Quark

[Quark] Quark apresenta 7000 razões

A Quark finalmente descobriu o ponto fraco da Adobe, o foco no cliente de web.

A Adobe, depois da unificação com a Macromedia, mudou seu foco de atuação para o cliente web, ou seja, aquele que desenvolve soluções para a internet, deixando o cliente tradicional de produção gráfica desamparado. A Quark notou a falha e está desenvolvendo uma campanha de marketing para aproximar o cliente de produção gráfica dos seus produtos.
Na campanha a empresa mostra que possui uma grande rede de desenvolvedores autônomos de xtensions (plugins da Quark) e que podem oferecer soluções para qualquer problema que envolva papel e tinta, desde treinamentos até soluções complexas para grandes gráficas.
No meu entender ela está no rumo certo. Conseguiu segurar o Indesign, desenvolveu uma versão do QuarkXpress com inovações significativas e tende, se tudo correr bem, a recuperar o espaço perdido para a Adobe nos últimos dez anos que esteve num estado de letargia e êxtase.
A campanha segue a onda do momento, de elencar razões para conquistar o cliente, parecida à feita pelo Bradesco. Faça uma visita ao site da Quark e tente analisar com seriedade dar uma chance ao Xpress.

Aqui!!! QUARK.

[APPLE] Sinal do fim do mundo

Apple "esquece" de avisar que o Iphone é incompatível com qualquer Windows 64 bits, seja XP ou Vista.

Nunca se viu um ataque de histerismo com um novo produto como esse. Nunca vi tanta futilidade e comportamento de "Maria vai com as outras" como com o lançamento do iPhone. Especialmente com um produto sem nenhuma novidade. Tudo que o Iphone faz já estava presente em outros produtos de forma mais eficiente. O Treo 750 da Palm, por exemplo, é muito mais funcional no conjunto sem falar de ser mais barato e bonito. Mas, infelizmente, não é possível comparar os dois equipamentos pois o Iphone não é um "Palm" com o OS da Apple e sim um Ipod turbinado com telefone e Internet.
Eu não gosto de celular, nunca vi beleza nos Ipods, mas amo meu Palm. Sou um dinossauro nesse assunto, tenho o mesmo Palm III há mais de 5 anos! E já comprei usado. Gosto da internet na telona, trabalho em dois monitores (isso mesmo, instalei o segundo essa semana) e adoro abrir diversas telas ao mesmo tempo.
A conclusão é que a Apple pode esperar sentada pelo meu rico dinheirinho.
Só pra concluir. Aquele teclado virtual é uma porcaria. Qualquer pessoa que já usou um Palm de verdade (como eu) sabe disso. A Palm tem knowhow nesse negócio. Imaginem um correio eletrônico de 1.800 toques escrito à dois toques por segundo!
Usar o dedo como mecanismo apontador, em substituição ao mouse, é uma porcaria. É como escrever em um caderninho com um gizão de cera. Quem tem notebook carrega um mouse para não usar o dedo.

Mas o post é só pra dizer que a Apple esqueceu de escrever na caixinha o seguinte:

“Iphone needs Itunes to connect PC, but iTunes is currently not supported in Windows XP Professional x64 Edition or any 64-bit edition of Windows Vista.”

Rarará!

É ruim!

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PS. Estivemos "fora do ar" por uns dias pelo acúmulo de tarefas e falta de assunto, pedimos desculpas aos nossos leitores.

[PRELO] Quem faz o prelo?

Quem faz o Prelo é Cláudio Cabral, 43, recifense, publicitário e produtor gráfico pelo mais autêntico amor a profissão.
No Prelo Digital você irá encontrar sempre informações que interessam a produtores gráficos, designs, artistas diagramadores, diretores de arte e outros etcéteras. Não publicamos coisas que podem ser encontradas em outros locais e nem estamos querendo só prender a sua atenção, nada disso, aqui se debate coisas sérias e interessantes.
Nesse novo momento estaremos publicando livros digitais, ebooks, sobre assuntos do interesse humanístico.

Visite meu perfil no Orkut:

CLÁUDIO CABRAL

[ADEUS FREEHAND] Uma visão arrogante

A visão que a Adobe faz dos usuários do FreeHand é péssima, de uma arrogância típica do monopólio. Na entrevista de Mordy Golding ele dá conselhos aos usuários do FreeHand que queiram migrar para o Illustrator que resumem bem essa arrogância.

Perguntado qual seria o comportamento mais construtivo que o usuário do FreeHand deveria ter ao migrar para o Illustrator ele responde com as seguintes pérolas:

1. Não tente fazer o Illustrator criar múltiplas páginas.
Ou seja, não tente forçar a barra com um recurso maravilhoso que o FreeHand tinha e o soft que você está migrando, supostamente superior, não dispõe. O mais hilário é que o próprio Mordy Golding tem um tutorial na comunidade de ajuda aos usuários do FreeHand da Adobe ensinando justamente isso, simular mútiplas páginas no Illustrator. Rarará!

2. Não se lamente pelo fato FreeHand ter todos os controles num único painel e o Illustrator não.
Ou seja, aprenda que o Illustrator tem os controles espalhados em dezenas de paineis. Se isso dificultar o aprendizado, poluir a área de trabalho ou reduz a produtividade não é problema da Adobe. Você deve ser um usuário resignado pois a Adobe sabe o que é melhor para você. Seja um bom cabrito.
O mais interessante é que quando a Adobe precisou capturar os usuários do QuarkXPress criaou um soft, o Indesign, que comportava-se "exatamente" como o Quark.

3. Um trabalhinho a mais não mata ninguém
Esse é o mais interessante e eu vou citar entre aspas pois achei hilário: "Se você der alguns passos extras aqui ou lá, eu garanto que para algumas outras características ou funções podem ser feitas em menos passos em Illustrator.", Ou seja, esteja preparado para trabalhar mais pelo resto de sua vida. Ele de fato admite que o FreeHand é mais eficiente mas conclama os usuários a não darem bola para isso e tentarem criar suas próprias técnicas que com o tempo "Sim, agora seu trabalho levará 5 vezes mais tempo para ficar pronto. Mas os próximos levarão 4 vezes mais, etc".
É razoável imaginar que ficando 2 vezes mais lento (ou o FreeHand 2 vezes mais rápido) já será um número razoável para a Adobe.
Com uma declaração dessas é possível abrir um processo contra a Adobe pedindo indenização por lucro cessante, pela baixa de produtividade causada pela mudança forçada. É sério!!!

4. Novas características para agradar aos usuários do FreeHand
  • Habilidade para abrir arquvos do FreeHand MX, 10 e 9 (Mais ou menos, veja a imagem acima do filtro e comprove);
  • Facilidade para editar máscaras, inclusive com um novo botão;
  • Novo painel de preferências dedicado a comportamento de ferramenta de seleção e bezier;
  • Função alinhe trabalham em pontos de âncora individuais; (Alelúia!!!)
  • Criação e edição mais fácil de símbolo (semelhante ao FreeHand e ao Flash);
  • Habilidade para nomear novas cores automaticamente em um documento e os sadicionar como swatches definidos.(Alelúia!!!);
Ainda bem que os usuários do Illustrator tiveram o privilégio de verem bons recursos serem adicionados ou melhorados por conta da necessidade de capturar os usuários do FreeHand.

Para quem acha que estou brincando visite AQUI!!!