[DTP COM LINUX] - Finalmente um editor de imagem

Ontem recebi de um dos nossos colaboradores uma dica que levou a um editor de imagens rasterizadas que pode substituir Gimp com enorme vantagens.
O Gimp, mesmo sendo um grande programa, tem um problema congênito gravíssimo, não possui o espaço de cores CMYK. Isso é fatal para quem trabalha com DTP com uma certa qualidade. Muitas soluções para converter arquivos foram apresentadas, mas todas péssimas, precárias. O Gimp não edita canais de CMYK e todos nós sabemos como faz parte do dia-a-dia a edição de canais.
A dica me levou a um "clone" do Photoshop chamado PIXEL. Ele é um clone descarado, uma maravilha pois não é necessário aprender comandos ou novas técnicas; tudo que você sabe no Photoshop pode ser usado plenamente no Pixel. O Pixel trabalha com CMYK de forma nativa, ou seja, é tão natural trabalhar com RGB como com CMYK.
Senti falta de uma configuração personalizada da separação de cores. Só é possível trabalhar usando perfis e a versão Windows de demonstração está cheia de bugs. A Linux, entretanto, trabalhou suavemente.
O Soft foi desenvolvido por Pavel Kanzelsberger usando um compilador livre de Pascal e tem versões para GNU/Linux/x86, Windows e MS-DOS, GNU/Linux/PPC, ZETA/BeOS/x86, QNX/x86, FreeBSD/x86, Mac OS X/x86, Mac OS X/PPC, MorphOS/PPC, SkyOS, eComStation and OS/2 (Ufa!!!).
O Pixel não é GNU, é um soft pago, custa U$ 89, mas vale a pena para se completar uma plataforma com Ubuntu e ficar esperando por uma inovação no Gimp numa versão futura.

Visite e baixe uma versão pra você:

AQUI!!!

Voltei a ver o Linux de forma mais positiva.

[MICROSOFT] Será o Vista o Windows ME II?

A história do Windows Vista faz lembrar o fracasso do Windows Millenium (ME). Muita gente já está chamando o Vista de Windows ME II.

A Microsoft foi surpreendida essa semana com a notícia que uma das maiores fabricantes de PCs com Windows do mundo, a Dell, tinha voltado e oferecer aos seus clientes dos EUA máquinas com o Windows XP e não o Vista.
A Dell explicou que foi uma exigência dos clientes, que muitos estavam preferindo máquina sem nenhum sistema operacional. Isso era ruim para a empresa pois deixava o preço dos equipamentos muito baixos, ela teve que voltar a oferecer o XP para recompor os preços.
A Microsoft não confessa as dificuldades com o Vista, mas muitos indícios levam a crer em graves problemas. Na China a empresa resolveu ignorar a pirataria e até sugeriu aos usuários adquirirem um pacote de U$ 3,00! O mais interessante é que a sugestão foi dada pelo próprio Gates. Nas ruas de Xangai é comum ambulantes venderem cópia de apenas U$ 1,00 sem nenhum tipo de repressão por parte dos advogados da empresa. O comentarista americano Dvorak diz que extra oficialmente a Microsoft teme o avanço do Ubuntu na China e tenta com essa estratégia igualar a disputa.
Muitos fabricantes de hardware não estão disponibilizando drives para o Windows Vista e os desenvolvedores de games temem lançar versões dos seus produtos para Vista e amargar vendas pífias como aconteceu com Flight Simulator X da Microsoft que foi concebido para tirar proveito da nova arquitetura do Windows Vista, mas ainda não foi levando a sério pela comunidade de usuários do simulador. Em outros setores como o nosso o Vista também enfrenta muitos problemas pois já foi descoberto uma série de incompatibilidades entre o Creative Suite CS2 da Adobe e o Vista.
Por outro lado continua o faz-de-conta da Apple com as comunidades que incentivam a montagem de Hackintoshs. A Apple faz-de-conta que não está sabendo de nada e as comunidades fazem-de-conta que são piratas.
No fundo de todas essas dificuldades está o Ubuntu. Acreditem em mim.
Caso a tendência dos sistemas operacionais gratuitos venha a se confirmar a Microsoft estará em grandes apuros pois não será apenas um fracasso de um produto, como foi o Windows ME, e sim o fim de uma forma de comercialização e de obtenção de lucros. Pode ser o golpe fatal contra a Microsoft que conhecemos hoje.

[ADOBE] Que coisinha tão feia

Não sei vocês, mas eu achei a iconografia do Creative Suite CS3 uma bela porcaria. Quando o Photoshop CS3 Beta foi lançado eu pensei que fosse apenas para a versão beta, mas depois percebi que era pra valer.
Como a imagem acima mostra os ícones são quadrados simples, que buscam dar harmonia e unidade aos aplicativos da Adobe. Na roda de cores cada aplicativo é representado por um ícone ocupa um espaço determinado. Esse posicionamento deveria seguir uma lógica por aplicação onde, por exemplo, todos os aplicativos para vídeo se posicionassem próximos uns dos outros. Entretanto, não é o que acontece e é fácil saber a razão, como colocar o Illustrator e o FreeHand próximos? Assim a ordem parecer ser aleatória e a razão de existir das cores acaba.
Outra curiosidade interessante é que os ícones não mais guardam identidade com as embalagens dos produtos como acontecia nas versões anteriores.
Ou seja, a equipe que está cuidando das embalagens é uma e a dos ícones é outra independente, cada uma querendo mostrar uma serviço melhor.
A briga dentro da equipe da Adobe veio a público ainda no ano passado por intermédio do blog do funcionário da Adobe John Nack.
Essa semana o design Dan Betts ofereceu em seu blog uma versão alternativa para OSX dos ícones do CS3. Você pode baixar por lá.
A Adobe está tendo problemas na fusão com a Macromedia. Pelas aparências não é mais a Adobe que manda e sim a Macromedia. Um caso típico do rabo balançando o cachorro.

[ADOBE] Adobe consegue ultrapassar a Microsoft

A Adobe bate mais um record, o Creative Suite CS3 tem 30 milhões de linhas de código a mais que o Windows Vista.
Segundo foi publicado no blog "Real World Illustrator" pelo blogueiro Mordy Golding, somadas as as linhas de código dos programas da Adobe chega-se ao expressivo número de 80 milhões. É muito. Basta lembrar que o Windows Vista tem "somente" 50 milhões e o Windows XP 40 milhões.
O Illustrator CS3 isoladamente possui 5 milhões de linhas, mais que o MS Office XP inteiro!
Tudo isso após a fusão entre a Adobe e a Macromedia.
Devemos esperar muitos bugs e problemas para o pacote CS3.
Eu estou perdendo o interesse por essa atualização.

[ADOBE] A Pisada de Bola do CS3 Beta

Você instalou o Photoshop CS3 Beta na sua máquina e não consegue desinstalar? Não se preocupe, eu também.
Mas fiquei calado até agora. Ando falando mal da Adobe e não queria mais essa no meu currículo. O problema é que ela admitiu publicamente a pisada de bola. Foi uma furada ampla, para as plataformas Windows e Mac.
Ontem a Adobe tornou disponível em seu site um remendo na forma de script para solucionar esse terrível problema na plataforma Windows. Confesso que fiquei assustado com as recomendações antes de usar o tal script (em inglês para ficar mais emocionante) :
  1. Back-up all data prior to using the CS3Clean Script. This includes fonts, Version Cue repositories, plugins and any other important files.
  2. Uninstall your beta or pre-release Creative Suite 3 prior to using the CS3Clean Script.
  3. On Windows XP, uninstall via Add/Remove Programs in the Control Panel.
  4. On Windows Vista, in the Programs section of the Control Panel, select Uninstall a Program.
  5. On Macintosh, the uninstaller is in Applications/Utilities/Adobe Installers.
  6. Download the appropriate file from below.
  7. Unpack the download. The download includes the script as well as additional system-specific instructions.
  8. Open and follow the instructions for assistance installing the script.
  9. Once the script has successfully completed, continue with your installation of the shipping version of Creative Suite 3.
Rarará!

O Problema é que o scrip não funciona para quem já fez uma tentativa de desinstalar pelo método tradicional, recomendado pela Microsoft. Ou seja, a emenda ficou pior que o soneto.

Rarará!

Vamos possivelmente ter a versão "1.1" do remendo, consertado o script que era para consertar. O conserto do conserto.
Quer baixar o script errado para tentar?

AQUI PARA WINDOWS XP

Já que o script não funciona você deseja desinstalar manualmente?

AQUI tem um roteiro super simples (para Windows XP)!

Rarará! Rarará!!!!
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[TÉCNICA] Desperdício de espaço

Hoje resolvi tirar a prova de quais programas que possuem ilustração vetorial conseguem fazer um código mais compacto e fiz o seguinte teste: Desenhei em cada um apenas um quadrado com o miolo branco e a borda preta de 0,25pt. Vejam os resultados:

Microsoft Expression – 1 KB
ACD Canvas X – 8 KB
CorelDarw X3 – 15 KB
QuakXpress 7 – 62 KB
Adobe Indesign CS2 – 896 KB
Adobe Illustrator CS2 – 1.252 KB

Tudo bem, o Illustrator gera código PostScript diretamente e por isso cria arquivos bem maiores. Para dirimir essa dúvida gerei um arquivo EPS em cada um dos aplicativos com o mesmo quadrado. Vejam os resultados:

ACD Canvas X – 25 KB
QuakXpress 7 – 142 KB
Adobe Indesign CS2 – 172 KB
CorelDarw X3 – 193 KB
Microsoft Expression – 214 KB
Adobe Illustrator CS2 – 563 KB

Nesse caso o Indesign teve um bom comportamento, mas o Illustrator continuou com o troféu do desperdício, mesmo o EPS tendo sido gerado a partir de um aquivo sem compatibidade com o Acrobat. A compatibilidade com o Acrobat é um dos pontos mais interessantes do Illustrator; quando eu a desativei o arquivo “AI” aumentou de 1.252 KB para 1.387 KB. Outra coisa interessante é que todos os programas aumentaram o tamanho dos seus arquivos quando convertidos para EPS, isso explica-se pelo fato da linguagem interna de cada um ser mais econômica que o PostScript (PS). O único que fez o contrário foi o Illustrator e o Indesign o que indica que o formato "AI" e "INDD" são mais prolixos que o EPS.

Rarará!

Tirem suas conclusões.

[ADOBE] A Descoberta das Cores

A Adobe finalmente descobriu as cores. Nunca foi visto uma quantidade de recursos que facilitam a vida de quem usa cores como no Illustrator CS3. Resolveram implementar tudo que foi pensado desde a versão 7 de uma única vez.
São muitas formas de escolher e administrar cores. Agora é possível escolher cores harmônicas entre si sem a necessidade de usar um recurso externo e depois disso organizar tudo em grupos, um grande avanço para quem trabalha com criação.
Mas o Illustrator adicionou esses novos recursos e fez o que se temia, complicou ainda mais a vida do usuário comum, aquele que não quer perder tempo escolhendo entre muitas opções aparentemente desnecessárias.
Tenho uma explicação simples para esse fato: É um caso típico do rabo balançando o cachorro.
A Adobe não é mais uma empresa de produção gráfica, é multimídia. Hoje existem muitas prioridades, não os seus antigos clientes de produção gráfica e sim os novos de Internet herdados da saudosa Macromedia. É necessário agradar a esses clientes que na sua imensa maioria não entendem nada de produção gráfica e gostam de leiautes estravagantes, cheios de cores, rococó. Então a Adobe mudou o Illustrator para agradá-los, foi feito.
Uma das coisas que mais critiquei no CorelDraw foi a sua interface cheia de opções e botões. O Illustrator sempre foi elegante, sutil, espartano e o Corel brega, exagerado. Acabou esse tempo. Com o CS3 a Adobe rendeu-se a interface poluída da Macromedia, ou seja, o rabo está balançando o cachorro. No final das contas ficou uma coisa como essa foto dessa mulher acima, um programa novo, cheio de recursos poluindo a interface, mas com a mesma cara velha anterior.

Rarará!

Veja que as cores das roupas poderiam ter sido escolhidas pelos novos recursos e salva com o nome “Radical Chic”: Lilás, rosa shock e amarelo berrante!!!

Rarará!, Rarará!

Eu quero o meu FreeHand de volta!!!