[MICROSOFT] Somente 244 cópias

As vendas do Windows Vista não vão muito bem na China. Até agora a Microsoft só conseguiu vender 244 cópias!
A pirataria na China é uma coisa de arrepiar. O preço do Windows Vista no meio das ruas de Xangai é apenas R$ 2,00. Aqui no Brasil a coisa é mais civilizada e a cópia pirata sai por R$ 8,00. Entretanto, na China a pirataria é bem organizada. Veja essa embalagem ai do lado. Rarará! (click nela para ampliar)
Brincadeiras a parte um dado demonstra como o Vista vai ruim das pernas, aqui no nosso blog de todas as visitas dos últimos trinta dias, somente 18 são com o Vista, de um total de 5.200!

Fonte: Blog do Dvorak

[ADOBE] A Primeira Ficha Caiu!

A primeira ficha caiu! A Adobe resolveu colocar o recurso "alinhar no centro da página" no Illustrator CS3. Ela apresenta o recurso como novidade, mas ele já estava marcado presença no CorelDraw 2! Rarará!
Falta criar documentos com múltiplas páginas, é a próxima ficha. Rarará!
Eu entendo. Ficou para o CS4, a Adobe não quer lançar todas as "novidades" de uma única vez.

[ADOBE] Desprezo pelo FreeHand

A Adobe definitivamente não tem o menor interesse nem respeito pelos usuários do FreeHand. Esse é o diálogo de importação dos arquivos do FreeHand no Illustrator CS3. Nenhum tipo de preenchimento, contorno ou degradê será suportado ou mesmo importado corretamente.
Isso não se justifica. A Adobe é proprietária do código do FreeHand e poderia criar um utilitário para converter os arquivos. Ela já fez isso anteriormente com o QuarkXpress que nem sequer conhecia o código. Trata-se da mais autêntica arrogância monopolista, possivelmente baseada numa pesquisa que mostra os usuários do Freehand como minoria. No mínimo deveria haver um pedido de desculpa, mas isso seria um recibo de incompetência e desprezo pelo usuário.
O FreeHand já tinha dificuldades de conviver com o Creative Suite CS2. Dependendo da placa de vídeo poderia nem funcionar e agora quem tiver seus arquivos, que são um patrimônio do profissional, terão que manter o FreeHand instalado e rodando na máquina.
A Adobe já foi mais preocupada com esses detalhes no passado. O monopólio não está fazendo bem a empresa.

[SOLUÇÃO] Mini Photoshop online

Esse é um utilitário que pode quebrar um galho, um editor de imagem online. Claro que não dá pra ficar editando imagens grandes, mas serve para fazer uma meia-sola em emergências.
Pode redimensionar, mexer no brilho, contraste, cores e ainda aplicar alguns efeitos bem interessantes (veja o Polaroid).
Merece ir para os favoritos.
AQUI!!

Visite o Velhinho, foi lá que encontrei esse bagulho.

[ARTE IMPRESS] Cartazes de Dan Stiles

Coloque o seu coração numa carta de amor!

Esse poderia ser o título justo dessa ilustração do lado. Ela é um exemplo de como se pode fazer arte com simplicidade.

O Design transcende o simples processo de "criar coisas", ele é uma forma de pensar e ver o mundo.
Essa frase acima é de Dan Stiles, autor desse extraordinário trabalho aí do lado. Dan nasceu em Ann Arbon no estado do Michigan/EUA. Fez o curso de sociologia na Universidade do Oregan e estudou design no CCAC em São Francisco.
Trabalhou ao lado de outros designs famosos até montar seu próprio estúdio, o "stiles+co" em 2000.
Eu pessoalmente gosto muito desse estilo simples, onde o mais importante é a mensagem, sem o rococó que marca a arte comercial atual.
Visite e compre um poster dele.
AQUI!!!

[DTP COM LINUX] - Conclusão/ O Ruim

O que falta para a plataforma Linux emplacar na área de produção gráfica? A resposta é simples: Falta a Adobe.
Sem a Adobe o futuro da plataforma Linux para produção gráfica é sombrio. A Adobe é dona do PostScript que é o padrão usada no mundo do DTP e isso dá a empresa o monopólio completo do nosso setor.
Para os que não conhecem o PostScript é uma linguagem de descrição de página. Tem uma longa história que vem desde as fotocompositoras. Foi desenvolvida inicialmente pelo Xerox e fez parte do primeiro programa de editoração eletrônica tal qual conhecemos, o Xerox Ventura Publish. Após ser desprezado pela empresa foi comprada por dois empregados que fundaram a Adobe. O PostScript é o miolo do fluxo de trabalho atual. O PDF nada mais é que uma versão adaptada do PostScript. Adobe e a sua linguagem estão ligados organicamente a própria história do DTP. A primeira impressora laser e a primeira imagesseter usavam o PostScript, os mais recentes e avançados sistemas “Direct to Plate” também.
A Adobe faz o que quer e bem entende com o setor. Embora sua linguagem seja bem conhecida e documentada, ela foi desenvolvida usando uma lógica protecionista perversa onde só a Adobe consegue fazer um interpretador eficiente.
O Linux ainda não caiu nas graças da empresa por ser uma plataforma livre. O máximo que ela fez foi uma versão do Acrobat Reader por pura pressão dos parceiros.
Para substituir o PostScript da Adobe os desenvolvedores Linux usam um clone GNU chamado GhostScript criado pelo alemão L. Peter Deutsch. O problema são as limitações desse clone.
Todos os softs para produção gráfica em Linux usam o Ghost. Em alguns, mais simples, o resultado é bom como no leitores de PDF. Já na interpretação e conversão de formatos é ruim, pois muitos recursos originais do PostScript não foram implementados ou não são eficientes no Ghost, o que praticamente inviabiliza o intercâmbio de arquivos entre as plataformas Mac/Windows –> Linux.
Para solucionar esse problema seria necessário a Adobe desenvolver uma versão do PostScript (API) especificamente para Linux que substituísse o Ghost. Assim seria possível uma integração perfeita, a conversão de arquivos, a importação sem problemas de arquivos EPS e a criação de arquivos de saída PDF/X consistentes e confiáveis.
Por enquanto, sem a Adobe, o Linux é um sistema temerário para os produtores gráficos profissionais e deve ser evitado.

[DTP COM LINUX] - Conclusão/O Bom

Passei o último mês pesquisando a possibilidade de criar-se uma solução para DTP usando Linux. Durante esse mês reservei uma máquina só para isso, instalei programas, criei peças e avaliei as dificuldades e vantagens. Aqui faço algumas reflexões sobre a experiência.

O Bom!

O que vi de mais positivo foi o sistema operacional Ubuntu, baseado no Linux Debian. Usei a versão 6.1 e também a beta 7.04, ambas são extraordinárias.
Fácil de instalar, simples de usar, poderoso nos recursos; esse é o resumo desse sistema. Mesmo com algumas pequenas dificuldades com a conexão Velox (ADSL), sua configuração de rede foi fácil e eficiente. Mesmo não mostrando detalhes do drive de vídeo detectou meu monitor LG Flatron 775 e o utilizou de forma eficiente. Sua conectividade com o Windows é um show de bola. A do Windows com ele nem tanto.
A instalação é um caso a parte que quero comentar.
Você coloca o CD (que pode ser baixado gratuitamente) no drive e dá um boot. Quando o sistema inicializa pelo CD o sistema é instalado em ram, sem o uso do HD. Assim você pode fazer um pequeno test drive e configurar a conexão de internet, o que é fundamental para o Ubuntu. Ele trabalha fácil com gateways e proxys.
Após tudo feito você aciona a instalação que leva uns quinze minutos. Retirado o CD do drive o Ubuntu está pronto para usar já com o "kit advogado" instalado: Navegador Firefox, soft de correio, Gimp, MSN, OpenOffice, etc. No Windows ou OSX isso levaria muitas horas.
O Ubuntu detectou e configurou a minha impressora Epson C67, mas não trabalhou bem com minha webcam vagabunda.
Ele avisa que existem atualizações e caso você autorize inicia o download. Você é informado com detalhes de tudo que está acontecendo e caso o processo seja interrompido o que já foi baixado não será perdido. Após todos os arquivos chegarem ele efetua a atualização de fato.
A instalação e desinstalação de programas é fácil e usa a internet. Você escolhe entre os programas mais compatíveis com o Ubuntu ou numa outra interface entre outros programas menos compatíveis. Encontrei tudo que queria, não foi necessário fazer o download de nenhum programa fora da interface de instalação.
Trata-se do melhor sistema operacional que conheço para o usuário comum, aquele que trabalha num escritório.

Dificuldades

Acredito que minhas dificuldades com o Ubuntu tenham sido mais pelo desconhecimento do que por dificuldades do próprio sistema. Não encontrei uma forma eficiente de adicionar ou remover fontes, não consegui achar um aplicativo que controlasse o gama do monitor e o gerenciamento de cores que instalei não mostrou para que veio.

Conclusão

Minha conclusão é totalmente favorável ao Ubuntu. Digo até que fiquei encantado com a sua forma espartana, limpa e elegante. Muitos usuários do mais fanáticos do OSX ficariam com inveja do desktop 3D dos implementos visuais que usam OpenGL do Ubuntu.
Veja esse filme e comprove:
AQUI!!!